Arquivo para a categoria '3º Ano'

Ricardo e Nelma – Educação Física

Trabalho para recuperação em Educação Física

 1-  Trimestre

Tema: Atividade física na medida certaPrevenções do sedentarismo e lesões musculares. 

2-  Trimestre 

Tema: Treinamento – O que é um treinamento físico? Princípios de um treinamento físico. Quais são as capacidades desenvolvidas em um treinamento físico? 

3-  Trimestre 

Tema: Obesidadeprincipais problemas de saúde da população. Relacionar as fases: infantil, adulto e terceira idade, enfatizando a problemática escolar (cantinas) 

Tema: AlimentosComo os alimentos ajudam na prevenção e cura de doenças e quais alimentos são mais adequados para pratica esportiva (energéticos). 

Obs: No trabalho deverá constar introdução, desenvolvimento e conclusão, sendo que a conclusão deverá ser pessoal e manuscrita.

        O aluno escolherá o tema referente ao semestre que não compareceu nas aulas de Educação física. O trabalho poderá ser entregue na secretaria e será avaliado de 0 a 6.          Em caso de entrega de atestado médico não será necessário a apresentação dos trabalhos.

Marcelo-Química-EM

Fala galera do CSJ!!!

Um abraço a todos meus queridos alunos!!!

Matéria lecionada em 19/11/09

 

1° Ano

  • Cálculos estequiométricos, utilizando o conceito de mol;
  • Verificação e contagem de vistos.

2° Ano

  • Continuação do estudo sobre as moléculas monoatômicas e diatômicas;
  • Exercícios.
  • Verificação e contagem de vistos.

3° Ano

  • Apresentação de seminários sobre bioquímica.

 

Matéria lecionada em 20/11/09

 

1° Ano

  • Continuação da verificação e contagem de vistos.

2° Ano

  • Continuação da verificação e contagem de vistos.

3° Ano

  • Verificação e contagem de vistos.

RICARDO – MATEMÁTICA – ENSINO MÉDIO

MEUS QUERIDOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DO COLÉGIO SÃO JOAQUIM

ESTAMOS NA RETA FINAL… NÃO PODEMOS BOBEAR AGORA HEIM!!!!

SEGUE CONTEÚDO DA PROVA DISSERTATIVA E DO SIMULADO DO 3º TRIMESTRE:

1º EM – LOGARITMOS E EXPONENCIAIS

2º EM – PROBABILIDADE, FATORIAL E NÚMEROS BINOMIAIS.

Marcelo-Química-EM

Fala galera do CSJ!!!

Um abraço a todos meus queridos alunos!!!

Matéria lecionada em 12/11/09

 

1° Ano

  • Continuação da introdução ao conceito de mol;
  • Massa molar;
  • Constante de Avogadro;
  • Exemplos resolvidos.

2° Ano

  • Correção de exercícios da tarefa sobre ligações;
  • Eletronegatividade;
  • Exercícios.

3° Ano

  • Definições da química orgânica;
  • Postulados de Kekulé;
  • Tipos de carbono;
  • Classificação das cadeias;
  • Exercícios.

 

Matéria lecionada em 13/11/09

 

1° Ano

 

  • Exercícios sobre massa molar;
  • Correção de exercícios sobre massa molar.

2° Ano

  • Ligações entre as moléculas;
  • Moléculas monoatômicas;
  • Moléculas diatômicas;
  • Exercícios.

3° Ano

  • Nomenclatura dos hidrocarbonetos;
  • Exemplos;
  • Exercícios.

PROFESSORA NELMA – EDUCAÇÃO FÍSICA

   Estamos chegando ao fim de mais um ano muito produtivo.   Com a proximidade das avaliações, as aulas de educação física se encerraram, dando lugar aos plantões que ocorrem no período da tarde. 

   Vale lembrar que os alunos que não frequentaram as aulas, quer por motivos de trabalho ou saúde, deverão apresentar os respectivos atestados na secretaria do colégio com a Fabiana ou Danieli. 

  A EQUIPE DE HANDEBOL SUB 16 CONTINUAM TREINANDO E SEGUE INVICTA NO TORNEIO DE GUARÁ, VENCENDO NESTE DOMINGO, DIA 15/11, A EQUIPE DO COLÉGIO FONTE, COM O PLACAR DE 15XO8.

PARABÉNS A TODAS E UM ÓTIMO FINAL DE ANO LETIVO!   

Marcelo-Química-EM

Fala galera do CSJ!!!

Um abraço a todos meus queridos alunos!!!

Matéria lecionada em 06/11/09

 

1° Ano

  • Correção de exercícios sobre massa molecular;
  • Introdução a conceito de mol.

2° Ano

  • Continuação de exercícios.

3° Ano

  • Aplicação de prova.

Professora Nelma – Ed. Física – Ens. Médio

Aulas do dia 03/11

- Atividades na piscina

Aulas do dia 27/11

- Prosseguimos com Voleibol exercitando todos os fundamentos;

- Jogos no sistema 6×0

Marcelo-Química-EM

Fala galera do CSJ!!!

Um abraço a todos meus queridos alunos!!!

Matéria lecionada em 05/11/09

 

1° Ano

  • Exemplos;
  • Exercícios sobre massa molecular.

2° Ano

  • Ligações metálicas;
  • Exemplos;
  • Exercícios.

3° Ano

  • Aplicação de prova.

Filosofia na UNESP – Galera do TERCEIRÃO…=~) VESTIBA UNESP

morro dois irmãos - Fernando de Noronha

Bom! Promeiro Boa Sorte para a Rayssa!!!!=+)

Menina!!! Nós ACREDITAMOS em VC !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O Iluminismo  filosófico está no conteúdo das provas UNESP.

tentei criar uma sintese legal e util. Sito também um excelente autor chamado Robson Stigar.

Aí Vai!!!

O iluminismo e a Filosofia Iluminista (Robson Stigar)

Este movimento surgiu na França do século XVII e defendia o domínio da razão sobre a visão teocêntrica que dominava a Europa desde a Idade Média. Segundo os filósofos iluministas, esta forma de pensamento tinha o propósito de iluminar as trevas em que se encontrava a sociedade.

Os pensadores que defendiam estes ideais acreditavam que o pensamento racional deveria ser levado adiante substituindo as crenças religiosas e o misticismo, que, segundo eles, bloqueavam a evolução do homem. O homem deveria ser o centro e passar a buscar respostas para as questões que, até então, eram justificadas somente pela fé.  O apogeu deste movimento foi atingido no século XVIII, e, este, passou a ser conhecido como o Século das Luzes.

O Iluminismo foi mais intenso na França, onde influenciou a Revolução Francesa através de seu lema: Liberdade, igualdade e fraternidade. Também teve influência em outros movimentos sociais como na independência das colônias inglesas na América do Norte e na Inconfidência Mineira, ocorrida no Brasil. 

 

Para os filósofos iluministas, o homem era naturalmente bom, porém, era corrompido pela sociedade com o passar do tempo. Eles acreditavam que se todos fizessem parte de uma sociedade justa, com direitos iguais a todos, a felicidade comum seria alcançada. Por esta razão, eles eram contra as imposições de caráter religioso, contra as práticas mercantilistas, contrários ao absolutismo do rei, além dos privilégios dados a nobreza e ao clero. 

Os burgueses foram os principais interessados nesta filosofia, pois, apesar do dinheiro que possuíam, eles não tinham poder em questões políticas devido a sua forma participação limitada. Naquele período, o Antigo Regime ainda vigorava na França, e, nesta forma de governo, o rei detinha todos os poderes. Uma outra forma de impedimento aos burgueses eram as práticas mercantilistas, onde, o governo interferia ainda nas questões econômicas. 

No Antigo Regime, a sociedade era dividida da seguinte forma: Em primeiro lugar vinha o clero, em segundo a nobreza, em terceiro a burguesia e os trabalhadores da cidade e do campo. Com o fim deste poder, os burgueses tiveram liberdade comercial para ampliar significativamente seus negócios, uma vez que, com o fim do absolutismo, foram tirados não só os privilégios de poucos (clero e nobreza), como também, as práticas mercantilistas que impediam a expansão comercial para a classe burguesa. 

Os principais filósofos do Iluminismo foram: John Locke (1632-1704), ele acreditava que o homem adquiria conhecimento com o passar do tempo através do empirismo; Voltaire (1694-1778), ele defendia a liberdade de pensamento e não poupava crítica a intolerância religiosa; Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), ele defendia a idéia de um estado democrático que garanta igualdade para todos; Montesquieu (1689-1755), ele defendeu a divisão do poder político em Legislativo, Executivo e Judiciário; Denis Diderot (1713-1784) e Jean Le Rond d´Alembert (1717-1783), juntos organizaram uma enciclopédia que reunia conhecimentos e pensamentos filosóficos da época.

No entender do autor o movimento iluminista representou uma profunda mudança de paradigma , os reis que outrora dominaram o cenário intelectual e político foram suplantados pelo pensamento de homens dedicados ao conhecimento para a liberdade.

Desta maneira, os reis que mantinham um poder intelectual e político foram perdendo seus privilégios de modo que mantinham suas cortes com o financiamento de intelectuais e artistas.

O resultado do movimento iluminista foi o fim da centralização do poder na mão de um soberano, a principal contribuição foi dada por Montesquieu ao estabelecer a divisão dos poderes em Executivo, legislativo e judiciário. Na Inglaterra merece destaque a figura de Locke

 

O CONTEXTO FILOSÓFICO DO ILUMINISMO E A CENTRALIDADE DA AUTONOMIA NA FILOSOFIA PRÁTICA DE KANT

2.1 – O ILUMINISMO E SUA NOÇÃO DE AUTONOMIA

2.1.1 – Razão iluminista
      Em termos gerais podemos dizer que iluminismo é “A linha filosófica caracterizada pelo empenho de estender a crítica e o guia da razão em todos os campos17 da experiência humana” (ABBAGNANO, 1962, p. 509). O próprio Kant no Prefácio à primeira edição da Crítica da razão pura, define a sua época como de crítica:

     

 A nossa época é por excelência uma época de crítica à qual tudo deve submeter-se. De ordinário, a religião, por sua santidade, e a legislação, por sua majestade, querem subtrair-se a ela. Mas neste caso provocam contra si uma justa suspeição e não podem fazer jus a uma reverência sincera, reverência esta que a razão atribui exclusivamente àquilo que pode sustentar-lhe o exame crítico e público. (KANT, 2005a, p. 15).

 

      A filosofia iluminista possui uma confiança decidida na razão humana, propõe um despreconceituoso uso crítico da razão voltada para a libertação em relação aos dogmas metafísicos, aos preconceitos morais, às superstições religiosas, às relações desumanas e tiranas políticas, os quais representam para os iluministas heteronomia. A libertação dessas heteronomias por meio do uso crítico da razão possibilitaria experiências de autonomia.
      A definição dada por Kant ao iluminismo
18 talvez seja a mais conhecida e para esse trabalho é com certeza a mais elucidativa:

      

Esclarecimento [Aufklärung] é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na falta de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. Sapere aude! Tem coragem de fazer uso de teu próprio entendimento, tal é o lema do esclarecimento [Aufklärung]” (KANT, 2005c, p. 63-64).

 

      É bom lembrar que embora Kant seja um iluminista, ele se afasta do iluminismo em aspectos essenciais, que serão esclarecidos ao longo do capítulo. Fica claro a partir da citação acima, que em Kant o Aufklärung, significa mais que conhecer simplesmente, acima de tudo, significa a realização de sua filosofia prática, que busca a moralização da ação humana através de um processo racional. Segundo Rouanet (1987, p. 209) o lema Sapere aude (ouse saber) refere-se à razão em seu sentido mais amplo, não exclusivamente à razão científica. O Aufklärung implica na superação da menoridade, que é uma condição de heteronomia, requer a decisão e a coragem de servir-se de si mesmo, ou seja, de servir-se de sua própria razão para pensar por conta própria, e guiar-se sem a direção de outro indivíduo. Segundo Mühl (2005, p. 309), o princípio fundamental da pedagogia kantiana está relacionado à palavra Aufklärung, o esclarecimento, dado pelas luzes da razão, “possibilita o indivíduo abandonar a ignorância, permitindo sua ascensão a um nível superior de cultura, educação e formação” (idem). Kant alerta que é difícil para um homem desvencilhar-se da menoridade quando ela se tornou para ele quase uma natureza (cf. KANT, 2005c, p. 64). Mesmo assim, para que tal ocorra, nada mais se exige a não ser liberdade de fazer uso público da razão em todas as questões (cf. idem, p. 65). Kant (ibid, p.66) entende como uso público da razão aquele que qualquer homem, enquanto sábio, faz dela diante do grande público letrado, todavia, entende como uso privado aquele que qualquer homem pode fazer de sua razão em um cargo público ou função a ele confiado. A liberdade de fazer uso público da razão é necessária para que possa haver autonomia de pensamento (pensar por conta própria), autonomia da ação e também autonomia da palavra.
      A filosofia iluminista é otimista porque acredita no progresso por meio do uso crítico e construtivo da razão. No entanto, a razão não é mais um complexo de idéias inatas dadas antes da experiência nas quais se manifesta a essência absoluta das coisas. A razão não é um conteúdo fixo, mas muito mais uma faculdade que só se pode compreender plenamente em seu exercício e explicação.

    

  Em suma, os iluministas têm confiança na razão – e, nisso, são herdeiros de Descartes, Spinoza ou Leibniz -, mas, diversamente das concepções desses filósofos, a razão dos iluministas é aquela do empirista Locke, que analisa as idéias e as reduz todas à experiência. Trata-se, portanto, de uma razão limitada: limitada à experiência e fiscalizada pela experiência. A razão dos iluministas é a razão que encontra o seu paradigma na física de Newton, que não aponta para as essências, não se perguntando, por exemplo, qual é a causa ou a essência da gravidade, não formulando hipóteses nem se perdendo em conjecturas sobre a natureza última das coisas, mas sim, partindo da experiência e em contínuo contato com a experiência, procura as leis do seu funcionamento e as submete à prova. (REALE, 1990, p. 672). 

      Portanto, a razão iluminista é uma razão independente das verdades religiosas e das verdades inatas dos racionalistas. Assim, a noção de autonomia iluminista se refere a uma razão que se dobra a evidências empíricas e matemáticas.
      O iluminismo proclama tanto para a natureza quanto para o conhecimento o princípio da imanência. A natureza e o espírito são concebidos como plenamente acessíveis, não como algo obscuro e misterioso.

    

  Para descobrir essa lei devemos abster-nos de projetar na natureza as nossas representações e os nossos devaneios subjetivos; devemos, pelo contrário, acompanhar o seu próprio curso e fixá-lo pela observação, experimentação, medida e cálculo. Mas os nossos elementos de mediação não devem basear-se somente em dados sensíveis, devem decorrer igualmente a essas funções universais de comparação e de contagem, de associação e distinção, que constituem a essência do intelecto. Assim, à autonomia da natureza corresponde a autonomia do entendimento. Num só e mesmo processo de emancipação intelectual, a filosofia iluminista procura mostrar a independência da natureza ao mesmo tempo que a independência do entendimento. (CASSIRER, 1997, p. 74-75).

 

      No discurso dos iluministas, natureza e razão aparecem em relação constante. Segundo Hazard (sd, p. 95), “a natureza era racional, a razão era natural, acordo perfeito”. Dessa forma, para os iluministas, o conhecimento físico tinha potência quase ilimitada, inclusive como possibilitador de autonomia para o homem. Para eles, o homem não se reduz à razão, mas tudo pode ser investigado por meio da razão: princípios do conhecimento, a ética, as instituições políticas, os sistemas filosóficos, as crenças religiosas, sistemas educacionais. O homem autônomo para o iluminismo, diferentemente do que para Kant, é esse homem imanente, que por meio de sua razão pode a tudo submeter à investigação científica.

Aproveitem os links!!!

Boa Sorte a todos!

Marcos

Marcelo-Química-EM

Fala galera do CSJ!!!

Um abraço a todos meus queridos alunos!!!

Matéria lecionada em 29/10/09

 

1° Ano

  • Correção de exercícios sobre equações químicas e balanceamento de equações.

2° Ano

  • Aplicação de prova semanal de exatas;
  • Ligações iônicas.
  • Exemplos e exercícios.

3° Ano

  • Correção de exercícios sobre cálculo do Nox.

 

Matéria lecionada em 30/10/09

 

1° Ano

  • Continuação da correção de exercícios sobre equações químicas e balanceamento de equações.

2° Ano

  • Ligação covalente normal ou simples.

3° Ano

  • Reconhecimento de reações redox através do cálculo do Nox.

 

Matéria lecionada em 31/10/09

 

1° Ano

  • Cálculo de massa atômica e massa molecular.

2° Ano

  • Ligação covalente dativa.

3° Ano

  • Exercícios sobre reconhecimento de reações redox através do cálculo do Nox.

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